Da doença Meu estado mental caótico não possui mais pregações apocalípticas.
Menos um mal mais um bem.
Se durante o dia eu esmoreço de longe eu deixo o vento levar as partes fragmentadas que ainda me acompanham.
Viver de amor não é de todo ruim, mas há de se ter responsabilidades e cadê as minhas quando preciso delas. Ontem eu a vi novamente seca, fria, sem sonhos.
Ela se derrama na noite com uma taça de vinho, lendo discute sozinha com o vento.
Sonhar já não é mais privilégio, ela já não sonha se encontra no beco e a luz da própria sorte.
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